Esses são alguns dos questionamentos que passam todos os dias pela sua cabeça.
E por mais que você tente colocar fim aos gritos, brigas e distanciamento, suas tentativas falham. Uma após a outra.
Afinal, você não conhece outra forma de educar, se não for pela violência, punições, ameaças e autoritarismo.
Mas, o que você não sabe, é que isso é como jogar combustível no fogo, esperando que a chama apague.
É assim que você se perde.
Deixando que a violência, desamparo e traumas sofridos na sua infância, definam sua relação com seus filhos.
E as consequências disso vão muito além do caos que você e sua família vivem no presente.
São consequências que estarão em todo o futuro das pessoas que você mais ama.
Afinal, se o seu filho cresce em meio a gritos, punições e violência, essa será a referência que ele terá sobre o que é o amor.
Assim, quando adulto, ele tenderá a buscar relações pautadas na violência, acreditando que é assim que se ama.
E quando forem eles assumindo o lugar de mães ou pais, irão reproduzir nos filhos a mesma criação violenta que eles sofrem hoje.
Assim como você reproduz a criação que te feriu, seus filhos farão o mesmo quando estiverem à frente de uma família.
Mas, a boa notícia, é que assim como reproduzimos o que nos machucou, também podemos reproduzir aquilo que nos salva.
E você pode ser esse agente de transformação, através do amor incondicional e da educação positiva.
Essa mudança começa na autocura.
O problema, é que é difícil olhar para dentro.
É difícil entender que nossos traumas, por vezes silenciados, estão comprometendo a nossa maternidade.
E é mais difícil ainda tentar olhar para dentro, quando estamos sozinhas.
Sozinha no meio do caos: é assim que você se sente.
E enquanto a vida, com pressa, atravessa seus sentimentos e a sua capacidade de “recuperar o controle” da sua família, tudo que você queria era ser acolhida.
Sabe de uma coisa? Eu também passei por isso.
Já fui uma mãe autoritária.
E já convivi com a sensação de ter falhado na minha maternidade, que era a missão que eu mais desejava ter a chance de viver.
Nessa época, com a visão embotada pela culpa, exaustão e raiva, eu conseguia enxergar nitidamente a ausência de um espaço de acolhimento.
Eu podia ver esse vazio. Como se ele fosse algo sólido, de tão desesperadora a falta que eu sentia de me sentir amparada.
Porque, com todo o meu coração, eu ansiava por um espaço sem julgamentos, onde eu pudesse curar a minha maternidade e a relação com meus filhos.
E foi para preencher esse vazio que eu criei a Comunidade Pulsar: um espaço sem julgamentos, onde você encontrará aprendizado e acolhimento para curar a si mesma e a relação com seus filhos.
Neste espaço, estaremos juntas por um mesmo propósito.
O propósito de criar nossos filhos com a certeza de que estamos fazendo o melhor por eles.
Para que, assim, eles tenham a chance de crescer com o nosso amor incondicional.
E assim, daremos aos nossos filhos a chance de serem adultos felizes, realizados e emocionalmente saudáveis.
Você deve estar se perguntando como isso será possível, certo?
Bom, na Comunidade Pulsar, você terá aulas, workshops, encontros ao vivo, materiais e outros recursos focados na sua autocura e na cura da sua relação familiar.
Todos esses recursos têm como base a Educação Positiva, Neurociência e amor incondicional.
Para que possamos associar o sentimento mais puro que podemos nutrir, a uma criação baseada em ciência.
De forma que nossos filhos recebam a criação que precisam e merecem, considerando seu bem estar e desenvolvimento.
Vivendo esse processo, a transformação da sua casa em um lar de amor, paz e respeito é uma consequência natural.
Afinal de contas, seus filhos anseiam pelo seu amor. Um amor sem condições, sem agressões. Um amor que compreende e acolhe.
É hora de colocar um fim nesse ciclo de culpa materna, dor e raiva.
Existe uma nova realidade esperando a sua família.
E como a Comunidade Pulsar vai funcionar?